<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Joao Paulo Martins, autor em The Art of Tasting Portugal</title>
	<atom:link href="https://theartoftastingportugal.com/author/joao-paulo-martins/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://theartoftastingportugal.com</link>
	<description>The Art of Tasting Portugal</description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Jan 2022 17:19:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.9.3</generator>
	<item>
		<title>Milfontes, a improvável terra de vinhos</title>
		<link>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/milfontes-a-improvavel-terra-de-vinhos/</link>
					<comments>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/milfontes-a-improvavel-terra-de-vinhos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 17:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Martins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://theartoftastingportugal.com/?p=9355</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="400" height="266" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/H_6nJUvQ.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/H_6nJUvQ.jpeg 400w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/H_6nJUvQ-300x200.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/H_6nJUvQ-676x450.jpeg 676w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>A região de Milfontes é uma das mais belas e mais procuradas zonas turísticas da costa alentejana. É uma região que ganhou notoriedade também pela produção frutícola mas benos conhecida pela produção de vinhos. O pioneirismo neste campo deverá ser atribuído à Herdade das Cortes de Cima, cuja base é a Vidigueira e que, há 10 anos, adquiriu uma propriedade, exactamente nesta zona, a poucos quilómetros do mar. Esta proximidade acarreta imensos problemas porque as doenças da vinha, sobretudo oídio, são muito ferozes neste ambiente onde a humidade se associa ao calor. Quando se consegue controlar as pragas, tira-se então partido dos benefícios dessa localização: mais frescura derivada de uma maior acidez, mais elegância e menor teor alcoólico. De lá já tínhamos conhecido um varietal de Alvarinho e um tinto de Pinot Noir Cortes de Cima e surge agora um novo, um lote improvável de duas castas da região dos Verdes, aqui manipuladas pela mão de Anna Jorgensen, nova enóloga e filha dos proprietários. A costa vicentina ganha assim novos atributos mas exige-se muita competência técnica aos aventureiros. Como os tempos correm favoráveis aos vinhos com menos álcool e menos cor, esse é um trunfo desta zona costeira. Mas esses [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/milfontes-a-improvavel-terra-de-vinhos/">Milfontes, a improvável terra de vinhos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="400" height="266" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/H_6nJUvQ.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/H_6nJUvQ.jpeg 400w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/H_6nJUvQ-300x200.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/H_6nJUvQ-676x450.jpeg 676w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p><!--themify_builder_content-->
<div id="themify_builder_content-9355" data-postid="9355" class="themify_builder_content themify_builder_content-9355 themify_builder tf_clear">
    	<!-- module_row -->
	<div  data-lazy="1" class="module_row themify_builder_row tb_j0qu491 tb_first tf_clearfix">
	    		<div class="row_inner col_align_top tf_box tf_w tf_rel">
			<div  data-lazy="1" class="module_column tb-column col-full first tb_pjhw492 tf_box">
	    	    	        <div class="tb-column-inner tf_box tf_w">
		    <!-- module text -->
<div  class="module module-text tb_cpjv57   " data-lazy="1">
        <div  class="tb_text_wrap">
    <p>A região de Milfontes é uma das mais belas e mais procuradas zonas turísticas da costa alentejana. É uma região que ganhou notoriedade também pela produção frutícola mas benos conhecida pela produção de vinhos. O pioneirismo neste campo deverá ser atribuído à Herdade das Cortes de Cima, cuja base é a Vidigueira e que, há 10 anos, adquiriu uma propriedade, exactamente nesta zona, a poucos quilómetros do mar. Esta proximidade acarreta imensos problemas porque as doenças da vinha, sobretudo oídio, são muito ferozes neste ambiente onde a humidade se associa ao calor. Quando se consegue controlar as pragas, tira-se então partido dos benefícios dessa localização: mais frescura derivada de uma maior acidez, mais elegância e menor teor alcoólico. De lá já tínhamos conhecido um varietal de Alvarinho e um tinto de Pinot Noir Cortes de Cima e surge agora um novo, um lote improvável de duas castas da região dos Verdes, aqui manipuladas pela mão de Anna Jorgensen, nova enóloga e filha dos proprietários. A costa vicentina ganha assim novos atributos mas exige-se muita competência técnica aos aventureiros. Como os tempos correm favoráveis aos vinhos com menos álcool e menos cor, esse é um trunfo desta zona costeira. Mas esses mesmos tempos correm favoráveis aos vinhos pouco intervencionados. Essa é a tarefa, bem mais difícil, que Anna tem pela frente.</p>    </div>
</div>
<!-- /module text -->	        </div>
	    	</div>
		    </div>
	    <!-- /row_inner -->
	</div>
	<!-- /module_row -->
	</div>
<!--/themify_builder_content--><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/milfontes-a-improvavel-terra-de-vinhos/">Milfontes, a improvável terra de vinhos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/milfontes-a-improvavel-terra-de-vinhos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Oeste tudo de novo</title>
		<link>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-oeste-tudo-de-novo/</link>
					<comments>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-oeste-tudo-de-novo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Martins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://theartoftastingportugal.com/?p=9265</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="2560" height="1707" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-scaled.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-scaled.jpeg 2560w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-scaled-600x400.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-300x200.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-1024x683.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-768x512.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-1536x1024.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-2048x1365.jpeg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-1024x683-674x450.jpeg 674w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Embora o nome evoque o livro de E. M. Remarque, aqui, ao contrário do que dizia o autor, há tudo de novo. A região de Lisboa, até pela extensão que tem, alberga uma ampla variedade de solos e micro-climas que geram vinhos diferentes. É o caso claro que muitas pequenas regiões inseridas numa outra que lhe serve de chapéu. Há de tudo, desde vinhos brancos, espumantes, rosés, tintos com muitos pergaminhos (Colares), generosos (Carcavelos) e aguardentes (Lourinhã). Temos vinhos «marítimos» marcados pelo mar (como os brancos de Colares, porexemplo) e outros da serra, secos, minerais mas com carácter. As possibilidades de escolha em relação à culinária são por isso imensas, sendo que o pimento evoca sempre uma relação não consensual com vinhos brancos, mas...há que ousar. Escolhi um branco porque estamos no Verão e escolhi de Bucelas, uma das regiões demarcadas mais antigas que temos em Portugal, remontando ao início do séc. XX a sua criação. Ali brilha também a mais importante casta branca que temos em Portugal, a Arinto. Arintos há muitos mas como o de Bucelas, não vale a pena procurar.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-oeste-tudo-de-novo/">A Oeste tudo de novo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="2560" height="1707" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-scaled.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-scaled.jpeg 2560w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-scaled-600x400.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-300x200.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-1024x683.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-768x512.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-1536x1024.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-2048x1365.jpeg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/5DAihHqw-1024x683-674x450.jpeg 674w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p><!--themify_builder_content-->
<div id="themify_builder_content-9265" data-postid="9265" class="themify_builder_content themify_builder_content-9265 themify_builder tf_clear">
    	<!-- module_row -->
	<div  data-lazy="1" class="module_row themify_builder_row tb_0vpk839 tf_clearfix">
	    		<div class="row_inner col_align_top tf_box tf_w tf_rel">
			<div  data-lazy="1" class="module_column tb-column col-full first tb_osih839 tf_box">
	    	    	        <div class="tb-column-inner tf_box tf_w">
		    <!-- module text -->
<div  class="module module-text tb_klqk238   " data-lazy="1">
        <div  class="tb_text_wrap">
    <p>Embora o nome evoque o livro de E. M. Remarque, aqui, ao contrário do que dizia o autor, há tudo de novo. A região de Lisboa, até pela extensão que tem, alberga uma ampla variedade de solos e micro-climas que geram vinhos diferentes. É o caso claro que muitas pequenas regiões inseridas numa outra que lhe serve de chapéu. Há de tudo, desde vinhos brancos, espumantes, rosés, tintos com muitos pergaminhos (Colares), generosos (Carcavelos) e aguardentes (Lourinhã). Temos vinhos «marítimos» marcados pelo mar (como os brancos de Colares, porexemplo) e outros da serra, secos, minerais mas com carácter. As possibilidades de escolha em relação à culinária são por isso imensas, sendo que o pimento evoca sempre uma relação não consensual com vinhos brancos, mas&#8230;há que ousar. Escolhi um branco porque estamos no Verão e escolhi de Bucelas, uma das regiões demarcadas mais antigas que temos em Portugal, remontando ao início do séc. XX a sua criação. Ali brilha também a mais importante casta branca que temos em Portugal, a Arinto. Arintos há muitos mas como o de Bucelas, não vale a pena procurar.</p>    </div>
</div>
<!-- /module text -->	        </div>
	    	</div>
		    </div>
	    <!-- /row_inner -->
	</div>
	<!-- /module_row -->
	</div>
<!--/themify_builder_content--><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-oeste-tudo-de-novo/">A Oeste tudo de novo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-oeste-tudo-de-novo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por terras de vinha e montado</title>
		<link>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/por-terras-de-vinha-e-montado/</link>
					<comments>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/por-terras-de-vinha-e-montado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 15:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Martins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://theartoftastingportugal.com/?p=9181</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="1536" height="623" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q-600x243.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q-300x122.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q-1024x415.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q-768x312.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q-1024x415-1110x450.jpeg 1110w" sizes="(max-width: 1536px) 100vw, 1536px" /></p>
<p>O Alentejo ganhou, nas últimas décadas, uma muito justificada preferência dos consumidores. De um tempo em que os vinhos eram apenas apanágio das adegas cooperativas e de muito poucos produtores-engarrafadores, situação que era o quadro antes da nossa entrada na CEE, passámos para uma enorme diversidade de produtores, desde empresas gigantes até pequenos e discretos produtores. Para todos há lugar, e as vendas dos vinhos do Alentejo são disso prova. Com novos projectos chegaram também novas castas e o panorama mudou substancialmente. Deu-se também um fenómeno curioso: a casta Alicante Bouschet existia no Alentejo há 100 anos mas poucos lhe atribuíam importância, estava confinada a duas propriedades, o Mouchão e a Quinta do Carmo. A situação inverteu-se completamente e hoje quase se pode dizer que é parte integrante dos vinhos de lote da planície. E, como é o caso do vinho que sugiro, surge também como vinho varietal. A antiga rusticidade foi moldada e o tom demasiado sisudo foi também amaciado e assim temos tinto de elevado sentido gastronómico, especialmente indicado para acompanhar pratos de carne de porco que, ao lado do borrego, são as principais fontes de proteína das gentes da planície. Para  um consumidor com tendências para cozinheiro, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/por-terras-de-vinha-e-montado/">Por terras de vinha e montado</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1536" height="623" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q-600x243.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q-300x122.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q-1024x415.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q-768x312.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/eopm5N3Q-1024x415-1110x450.jpeg 1110w" sizes="(max-width: 1536px) 100vw, 1536px" /></p><!--themify_builder_content-->
<div id="themify_builder_content-9181" data-postid="9181" class="themify_builder_content themify_builder_content-9181 themify_builder tf_clear">
    	<!-- module_row -->
	<div  data-lazy="1" class="module_row themify_builder_row tb_zsao21 tf_clearfix">
	    		<div class="row_inner col_align_top tf_box tf_w tf_rel">
			<div  data-lazy="1" class="module_column tb-column col-full first tb_bje321 tf_box">
	    	    	        <div class="tb-column-inner tf_box tf_w">
		    <!-- module text -->
<div  class="module module-text tb_ufxg756   " data-lazy="1">
        <div  class="tb_text_wrap">
    <p>O Alentejo ganhou, nas últimas décadas, uma muito justificada preferência dos consumidores. De um tempo em que os vinhos eram apenas apanágio das adegas cooperativas e de muito poucos produtores-engarrafadores, situação que era o quadro antes da nossa entrada na CEE, passámos para uma enorme diversidade de produtores, desde empresas gigantes até pequenos e discretos produtores. Para todos há lugar, e as vendas dos vinhos do Alentejo são disso prova. Com novos projectos chegaram também novas castas e o panorama mudou substancialmente. Deu-se também um fenómeno curioso: a casta Alicante Bouschet existia no Alentejo há 100 anos mas poucos lhe atribuíam importância, estava confinada a duas propriedades, o Mouchão e a Quinta do Carmo. A situação inverteu-se completamente e hoje quase se pode dizer que é parte integrante dos vinhos de lote da planície. E, como é o caso do vinho que sugiro, surge também como vinho varietal. A antiga rusticidade foi moldada e o tom demasiado sisudo foi também amaciado e assim temos tinto de elevado sentido gastronómico, especialmente indicado para acompanhar pratos de carne de porco que, ao lado do borrego, são as principais fontes de proteína das gentes da planície. Para  um consumidor com tendências para cozinheiro, pode não ser fácil comprar boa carne de porco mas até nas grandes superfícies já aparecem com frequência cortes de porco preto ou de porco de montado. Para mim essa é sempre a melhor opção, são esses cortes que nos trazem de volta o sabor autêntico da carne porcina. O tinto há que bebê-lo em torno dos 16/17º. É de evitar o consumo a temperaturas mais elevadas porque o tinto resulta cansativo e pouco interessante.</p>    </div>
</div>
<!-- /module text -->	        </div>
	    	</div>
		    </div>
	    <!-- /row_inner -->
	</div>
	<!-- /module_row -->
	</div>
<!--/themify_builder_content--><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/por-terras-de-vinha-e-montado/">Por terras de vinha e montado</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/por-terras-de-vinha-e-montado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um mar de vinhas em pleno Minho</title>
		<link>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/um-mar-de-vinhas-em-pleno-minho/</link>
					<comments>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/um-mar-de-vinhas-em-pleno-minho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2021 16:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Martins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://theartoftastingportugal.com/?p=9095</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="2560" height="1707" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-scaled.jpg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-scaled.jpg 2560w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-scaled-600x400.jpg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-300x200.jpg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-1024x683.jpg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-768x512.jpg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-1536x1024.jpg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-2048x1365.jpg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-1024x683-674x450.jpg 674w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>A região dos Vinhos Verdes está subdividida em regiões, cada uma com as suas particularidades e quase sempre em torno de um rio. O próprio Minho foi definido por Orlando Ribeiro como um «anfiteatro voltado para o mar», o que nos dá a ideia da orografia destas terras minhotas. Por aqui domina o granito, estamos na zona mais pluviosa do país, com o verde a dominar a paisagem e com a vinha omnipresente. A zona de Amarante é das mais produtivas de toda a região demarcada, é daqui que saem alguns dos mais procurados vinhos, nomeadamente os tintos. Tempos houve em que toda a região era dominada pelos vinhos tintos mas tal tem vindo a ser alterado, digamos, nos últimos 50 anos. Progressivamente o tinto perdeu protagonismo e ainda que tenha acérrimos defensores locais, a verdade é que o seu lado mais rústico e difícil afastou muitos consumidores que assim se enamoraram dos brancos, vinhos estivais, muito aptos para acompanhar os petiscos de Verão e os pratos de marisco. Os rosés são também uma criação relativamente recente e alguns existem feitos com castas antigas como Espadeiro mas aqui e ali surgem com as novas castas da moda, como o que [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/um-mar-de-vinhas-em-pleno-minho/">Um mar de vinhas em pleno Minho</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="2560" height="1707" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-scaled.jpg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-scaled.jpg 2560w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-scaled-600x400.jpg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-300x200.jpg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-1024x683.jpg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-768x512.jpg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-1536x1024.jpg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-2048x1365.jpg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2022/01/covela2-1024x683-674x450.jpg 674w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p><!--themify_builder_content-->
<div id="themify_builder_content-9095" data-postid="9095" class="themify_builder_content themify_builder_content-9095 themify_builder tf_clear">
    	<!-- module_row -->
	<div  data-lazy="1" class="module_row themify_builder_row tb_fwnd843 tf_clearfix">
	    		<div class="row_inner col_align_top tf_box tf_w tf_rel">
			<div  data-lazy="1" class="module_column tb-column col-full first tb_hv2y844 tf_box">
	    	    	        <div class="tb-column-inner tf_box tf_w">
		    <!-- module text -->
<div  class="module module-text tb_xmnh303   " data-lazy="1">
        <div  class="tb_text_wrap">
    <p>A região dos Vinhos Verdes está subdividida em regiões, cada uma com as suas particularidades e quase sempre em torno de um rio. O próprio Minho foi definido por Orlando Ribeiro como um «anfiteatro voltado para o mar», o que nos dá a ideia da orografia destas terras minhotas. Por aqui domina o granito, estamos na zona mais pluviosa do país, com o verde a dominar a paisagem e com a vinha omnipresente. A zona de Amarante é das mais produtivas de toda a região demarcada, é daqui que saem alguns dos mais procurados vinhos, nomeadamente os tintos. Tempos houve em que toda a região era dominada pelos vinhos tintos mas tal tem vindo a ser alterado, digamos, nos últimos 50 anos. Progressivamente o tinto perdeu protagonismo e ainda que tenha acérrimos defensores locais, a verdade é que o seu lado mais rústico e difícil afastou muitos consumidores que assim se enamoraram dos brancos, vinhos estivais, muito aptos para acompanhar os petiscos de Verão e os pratos de marisco. Os rosés são também uma criação relativamente recente e alguns existem feitos com castas antigas como Espadeiro mas aqui e ali surgem com as novas castas da moda, como o que sugiro hoje, feito de Touriga Nacional. A região produz diferentes tipos de vinho, desde os que apresentam gás (induzido, não natural) até outros que têm, além do gás, uma certa doçura residual. São vinhos com muita tradição, como Casal Garcia ou Gazela, e que têm todo o espaço para continuarem a ser escolhas dos consumidores. O facto de podermos preferir os secos em nada retira valor àqueles brancos clássicos. No caso específico dos rosés secos e abertos de cor, creio que vieram para ficar e são cada vez em maior número.</p>    </div>
</div>
<!-- /module text -->	        </div>
	    	</div>
		    </div>
	    <!-- /row_inner -->
	</div>
	<!-- /module_row -->
	</div>
<!--/themify_builder_content--><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/um-mar-de-vinhas-em-pleno-minho/">Um mar de vinhas em pleno Minho</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/um-mar-de-vinhas-em-pleno-minho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>E das areias nasce o vinho</title>
		<link>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/e-das-areias-nasce-o-vinho/</link>
					<comments>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/e-das-areias-nasce-o-vinho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2021 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Martins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://theartoftastingportugal.com/?p=9017</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="2560" height="1863" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-scaled.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-scaled.jpeg 2560w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-scaled-600x437.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-300x218.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-1024x745.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-768x559.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-1536x1118.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-2048x1490.jpeg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-1024x745-618x450.jpeg 618w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Quando viajamos na Península de Setúbal percebemos que a vinha tem ali uma enorme preponderância em termos de área que ocupa na paisagem. Há mesmo algumas zonas onde o termo "mar de vinhas" tem toda a aplicação. E essa noção de quase monocultura não é de agora. Se recuarmos até aos finais do século XIX, ficamos a saber que na zona do Poceirão existiu então a maior vinha contínua do mundo, qualquer coisa como 2000 hectares de Castelão. Não é fácil de imaginar, já que sem qualquer mecanização, com pisa a pé e com a vindima ser feita toda ao mesmo tempo, percebemos que o número de adegas, de carros de bois e de famílias inteiras ali instaladas tinha se ser fenomenal. Hoje, bem mais diversificada a viticultura e os vinhos, não deixa no entanto de ser a casta Castelão a que melhor identifica a região, por isso escolhi um tinto desta variedade. A grandeza regional fez-se - até se pensarmos em mercados externos - à custa da moscatel de Alexandria que é a casta responsável pelo generoso Moscatel de Setúbal, um dos nosso grandes vinhos deste tipo, ao lado do Porto e Madeira. O clima, a relativa proximidade do [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/e-das-areias-nasce-o-vinho/">E das areias nasce o vinho</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="2560" height="1863" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-scaled.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-scaled.jpeg 2560w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-scaled-600x437.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-300x218.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-1024x745.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-768x559.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-1536x1118.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-2048x1490.jpeg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/MUcqK71g-1024x745-618x450.jpeg 618w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p><!--themify_builder_content-->
<div id="themify_builder_content-9017" data-postid="9017" class="themify_builder_content themify_builder_content-9017 themify_builder tf_clear">
    	<!-- module_row -->
	<div  data-lazy="1" class="module_row themify_builder_row tb_iz5n331 tf_clearfix">
	    		<div class="row_inner col_align_top tf_box tf_w tf_rel">
			<div  data-lazy="1" class="module_column tb-column col-full first tb_ltwi331 tf_box">
	    	    	        <div class="tb-column-inner tf_box tf_w">
		    <!-- module text -->
<div  class="module module-text tb_jqj8703   " data-lazy="1">
        <div  class="tb_text_wrap">
    <p>Quando viajamos na Península de Setúbal percebemos que a vinha tem ali uma enorme preponderância em termos de área que ocupa na paisagem. Há mesmo algumas zonas onde o termo &#8220;mar de vinhas&#8221; tem toda a aplicação. E essa noção de quase monocultura não é de agora. Se recuarmos até aos finais do século XIX, ficamos a saber que na zona do Poceirão existiu então a maior vinha contínua do mundo, qualquer coisa como 2000 hectares de Castelão. Não é fácil de imaginar, já que sem qualquer mecanização, com pisa a pé e com a vindima ser feita toda ao mesmo tempo, percebemos que o número de adegas, de carros de bois e de famílias inteiras ali instaladas tinha se ser fenomenal. Hoje, bem mais diversificada a viticultura e os vinhos, não deixa no entanto de ser a casta Castelão a que melhor identifica a região, por isso escolhi um tinto desta variedade. A grandeza regional fez-se &#8211; até se pensarmos em mercados externos &#8211; à custa da moscatel de Alexandria que é a casta responsável pelo generoso Moscatel de Setúbal, um dos nosso grandes vinhos deste tipo, ao lado do Porto e Madeira. O clima, a relativa proximidade do mar e a existência da serra da Arrábida, onde os solos não são de areia mas argilo-calcários, fazem do moscatel da serra um assunto muito sério. Também o há nas areias de Palmela mas não é a mesma coisa.</p>    </div>
</div>
<!-- /module text -->	        </div>
	    	</div>
		    </div>
	    <!-- /row_inner -->
	</div>
	<!-- /module_row -->
	</div>
<!--/themify_builder_content--><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/e-das-areias-nasce-o-vinho/">E das areias nasce o vinho</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/e-das-areias-nasce-o-vinho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Enguias e seus vizinhos</title>
		<link>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/enguias-e-seus-vizinhos/</link>
					<comments>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/enguias-e-seus-vizinhos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 12:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Martins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://theartoftastingportugal.com/?p=8898</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="2048" height="2048" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg.jpeg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-300x300.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-100x100.jpeg 100w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-600x600.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-1024x1024.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-150x150.jpeg 150w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-768x768.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-1536x1536.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-1024x1024-500x500.jpeg 500w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-1024x1024-360x360.jpeg 360w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-1024x1024-450x450.jpeg 450w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></p>
<p>“A zona da Foz do Arelho é especial. Mesmo muito especial. A localização, o envolvimento que a lagoa de Óbidos dá àquela zona e o clima tão sui generis, fazem da Foz um local único. É verdade que pode ser uma desilusão para quem tem das férias a ideia de estar horas a fio na praia, com calor e bom tempo. Por aqui nada disso existe, ou melhor, existe mas em dose homeopática. Em pleno mês de Julho ou Agosto, o que temos são neblinas matinais que com frequência se estendem até às duas da tarde, sem sol e sem calor. Isso é muito desesperante para muitos veraneantes. A zona não é assim (em virtude desse clima) vocacionada para a produção de vinho embora, não muito longe, em Óbidos, existam alguns bons produtores, como a Casa das Gaeiras e a Companhia Agrícola do Sanguinhal. O que a lagoa também proporciona é a criação (cultura) de alguns bivalves de grande gabarito, dos melhores que se podem encontrar no país. As enguias, especialmente famosas na zona de Aveiro, são bichos que, infelizmente, desapareceram dos mercados, quer na versão imberbe (de tamanho) quer na versão adulta (eiroses); a primeira para fritar, a segunda [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/enguias-e-seus-vizinhos/">Enguias e seus vizinhos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="2048" height="2048" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg.jpeg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-300x300.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-100x100.jpeg 100w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-600x600.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-1024x1024.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-150x150.jpeg 150w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-768x768.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-1536x1536.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-1024x1024-500x500.jpeg 500w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-1024x1024-360x360.jpeg 360w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/12/ctVVAFqg-1024x1024-450x450.jpeg 450w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></p><!--themify_builder_content-->
<div id="themify_builder_content-8898" data-postid="8898" class="themify_builder_content themify_builder_content-8898 themify_builder tf_clear">
    	<!-- module_row -->
	<div  data-lazy="1" class="module_row themify_builder_row tb_3lsr846 tf_clearfix">
	    		<div class="row_inner col_align_top tf_box tf_w tf_rel">
			<div  data-lazy="1" class="module_column tb-column col-full first tb_2q41846 tf_box">
	    	    	        <div class="tb-column-inner tf_box tf_w">
		    <!-- module text -->
<div  class="module module-text tb_mpeb241   " data-lazy="1">
        <div  class="tb_text_wrap">
    <p>“A zona da Foz do Arelho é especial. Mesmo muito especial. A localização, o envolvimento que a lagoa de Óbidos dá àquela zona e o clima tão sui generis, fazem da Foz um local único. É verdade que pode ser uma desilusão para quem tem das férias a ideia de estar horas a fio na praia, com calor e bom tempo. Por aqui nada disso existe, ou melhor, existe mas em dose homeopática. Em pleno mês de Julho ou Agosto, o que temos são neblinas matinais que com frequência se estendem até às duas da tarde, sem sol e sem calor. Isso é muito desesperante para muitos veraneantes. A zona não é assim (em virtude desse clima) vocacionada para a produção de vinho embora, não muito longe, em Óbidos, existam alguns bons produtores, como a Casa das Gaeiras e a Companhia Agrícola do Sanguinhal. O que a lagoa também proporciona é a criação (cultura) de alguns bivalves de grande gabarito, dos melhores que se podem encontrar no país. As enguias, especialmente famosas na zona de Aveiro, são bichos que, infelizmente, desapareceram dos mercados, quer na versão imberbe (de tamanho) quer na versão adulta (eiroses); a primeira para fritar, a segunda muitas vezes usada em ensopado, caldeirada ou fumada. Um prazer para os sentidos. Com estes petiscos um espumante vai muito bem. Também os há não muito longe da Foz do Arelho (na Lourinhã, mais especificamente na Quinta do Rol) mas hoje vamos apreciar um clássico, da empresa que produz mais espumante em Portugal, a Raposeira. Seguramente que, quer com as amêijoas quer com as enguias, a espumante é um amigo, um porto seguro. De resto, atendendo ao PVP, este Peerless é um verdadeiro achado.”</p>    </div>
</div>
<!-- /module text -->	        </div>
	    	</div>
		    </div>
	    <!-- /row_inner -->
	</div>
	<!-- /module_row -->
	</div>
<!--/themify_builder_content--><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/enguias-e-seus-vizinhos/">Enguias e seus vizinhos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/enguias-e-seus-vizinhos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Bairrada, as bolhas e o bácoro</title>
		<link>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-bairrada-as-bolhas-e-o-bacoro/</link>
					<comments>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-bairrada-as-bolhas-e-o-bacoro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 16:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Martins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://theartoftastingportugal.com/?p=8818</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="770" height="350" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g.jpeg 770w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g-600x273.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g-300x136.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g-768x349.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g-990x450.jpeg 990w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p>
<p>“Rumar à Bairrada para uma jornada de leitão assado, é número que qualquer português que se preze já fez. Isto claro, sem procurar ofender quem acha que comer leitão é horrível e que uma sandes de tofu com molho é mil vezes melhor. A zona é assim de peregrinação periódica e não há assunto mais habitual nas conversas que não seja decidir onde se come o melhor leitão. Sobre o tema quase sempre temos opiniões definitivas. Não é o meu caso, porque até nas casas mais famosas já comi menos bem. Por isso, passo o tópico. Preocupa-me um pouco mais que a exigência com o leitão não seja acompanhada por igual atitude em relação aos vinhos. Em muito boa casa serve-se um espumoso que está para o bom espumante como o tomate de Inverno para o tomate do campo, no Verão. Parece então que as bolhas é que contam, o resto é secundário. Não é verdade e este Messias é bem exemplo disso. A empresa é das mais clássicas e antigas da região e das mais fiáveis nos produtos que coloca no mercado.A Bairrada produz também grandes brancos e ocasionalmente grandes tintos mas, para o meu gosto, com o leitão [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-bairrada-as-bolhas-e-o-bacoro/">A Bairrada, as bolhas e o bácoro</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="770" height="350" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g.jpeg 770w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g-600x273.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g-300x136.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g-768x349.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/ZQ-IO-1g-990x450.jpeg 990w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /></p><!--themify_builder_content-->
<div id="themify_builder_content-8818" data-postid="8818" class="themify_builder_content themify_builder_content-8818 themify_builder tf_clear">
    	<!-- module_row -->
	<div  data-lazy="1" class="module_row themify_builder_row tb_ymwx582 tf_clearfix">
	    		<div class="row_inner col_align_top tf_box tf_w tf_rel">
			<div  data-lazy="1" class="module_column tb-column col-full first tb_f0o0582 tf_box">
	    	    	        <div class="tb-column-inner tf_box tf_w">
		    <!-- module text -->
<div  class="module module-text tb_ji2r347   " data-lazy="1">
        <div  class="tb_text_wrap">
    <p>“Rumar à Bairrada para uma jornada de leitão assado, é número que qualquer português que se preze já fez. Isto claro, sem procurar ofender quem acha que comer leitão é horrível e que uma sandes de tofu com molho é mil vezes melhor. A zona é assim de peregrinação periódica e não há assunto mais habitual nas conversas que não seja decidir onde se come o melhor leitão. Sobre o tema quase sempre temos opiniões definitivas. Não é o meu caso, porque até nas casas mais famosas já comi menos bem. Por isso, passo o tópico. Preocupa-me um pouco mais que a exigência com o leitão não seja acompanhada por igual atitude em relação aos vinhos. Em muito boa casa serve-se um espumoso que está para o bom espumante como o tomate de Inverno para o tomate do campo, no Verão. Parece então que as bolhas é que contam, o resto é secundário. Não é verdade e este Messias é bem exemplo disso. A empresa é das mais clássicas e antigas da região e das mais fiáveis nos produtos que coloca no mercado.<br />A Bairrada produz também grandes brancos e ocasionalmente grandes tintos mas, para o meu gosto, com o leitão prefiro sempre espumante. Este é feito com Baga, Bical e Chardonnay, ou seja, uma casta tinta (vinificada em branco) e duas brancas. Corta na perfeição a gordura do  leitão, refresca o palato e limpa-o, preparando a boca para a garfada seguinte. A desgraça, como é bom de ver, com tanta “limpeza” leva a grandes comezainas. Mas dia não são dias, como muito bem diz o povo…”</p>    </div>
</div>
<!-- /module text -->	        </div>
	    	</div>
		    </div>
	    <!-- /row_inner -->
	</div>
	<!-- /module_row -->
	</div>
<!--/themify_builder_content--><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-bairrada-as-bolhas-e-o-bacoro/">A Bairrada, as bolhas e o bácoro</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-bairrada-as-bolhas-e-o-bacoro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A ver Porto Covo ao longe</title>
		<link>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-ver-porto-covo-ao-longe/</link>
					<comments>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-ver-porto-covo-ao-longe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 11:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Martins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://theartoftastingportugal.com/?p=8743</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="2000" height="1333" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ.jpeg 2000w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-600x400.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-300x200.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-1024x682.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-768x512.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-1536x1024.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-1024x682-675x450.jpeg 675w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /></p>
<p>Desde sempre que a zona que se estende a sul de Sines quase até à fronteira do Algarve era deserta de vinhas. Sabendo-se que Portugal tem condições para o cultivo da vinha em praticamente todo o país, poderia parecer estranho que por ali não houvesse vinhas. Havia boas razões para isso: a proximidade do mar, mais do que uma vantagem era uma grande dor de cabeça: muitas doenças na vinha, muito oídio, muitos tratamentos, enfim um martírio. Mas vários produtores resolveram tentar a sorte e desafiar o infortúnio: as Cortes de Cima, em Vila Nova de Milfontes, os vinhos Vicentino e o Monte da Carochinha. Este último, de que falamos hoje, fica bem perto de Porto Côvo e a vinha foi instalada numa zona improvável, agreste e povoada com muitos javalis. O vinho que escolhemos é tinto mas a quinta também produz vinhos brancos bem interessantes e a preços muito acessíveis (entre os €4 e €6), vinhos que juntam, também aqui, duas castas improváveis, a Arinto e a Encruzado. Arinto é a casta mais disseminada por todo o país, sempre usada para dar frescura aos lotes e a Encruzado é a variedade emblemática do Dão que só agora, e algo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-ver-porto-covo-ao-longe/">A ver Porto Covo ao longe</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="2000" height="1333" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ.jpeg 2000w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-600x400.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-300x200.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-1024x682.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-768x512.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-1536x1024.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/8vcui6bQ-1024x682-675x450.jpeg 675w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /></p><!--themify_builder_content-->
<div id="themify_builder_content-8743" data-postid="8743" class="themify_builder_content themify_builder_content-8743 themify_builder tf_clear">
    	<!-- module_row -->
	<div  data-lazy="1" class="module_row themify_builder_row tb_fr2s691 tf_clearfix">
	    		<div class="row_inner col_align_top tf_box tf_w tf_rel">
			<div  data-lazy="1" class="module_column tb-column col-full first tb_3mq9692 tf_box">
	    	    	        <div class="tb-column-inner tf_box tf_w">
		    <!-- module text -->
<div  class="module module-text tb_cm1n933   " data-lazy="1">
        <div  class="tb_text_wrap">
    <p>Desde sempre que a zona que se estende a sul de Sines quase até à fronteira do Algarve era deserta de vinhas. Sabendo-se que Portugal tem condições para o cultivo da vinha em praticamente todo o país, poderia parecer estranho que por ali não houvesse vinhas. Havia boas razões para isso: a proximidade do mar, mais do que uma vantagem era uma grande dor de cabeça: muitas doenças na vinha, muito oídio, muitos tratamentos, enfim um martírio. Mas vários produtores resolveram tentar a sorte e desafiar o infortúnio: as Cortes de Cima, em Vila Nova de Milfontes, os vinhos Vicentino e o Monte da Carochinha. Este último, de que falamos hoje, fica bem perto de Porto Côvo e a vinha foi instalada numa zona improvável, agreste e povoada com muitos javalis. O vinho que escolhemos é tinto mas a quinta também produz vinhos brancos bem interessantes e a preços muito acessíveis (entre os €4 e €6), vinhos que juntam, também aqui, duas castas improváveis, a Arinto e a Encruzado. Arinto é a casta mais disseminada por todo o país, sempre usada para dar frescura aos lotes e a Encruzado é a variedade emblemática do Dão que só agora, e algo timidamente, começa a sair da região e a surgir noutros pontos do país. São vinhos que ligam na perfeição com pratos de peixe, como o pregrado. No entanto proponho hoje uma pequena ousadia, ligar o peixe com o tinto, também a pensar naqueles consumidores (que os há&#8230;) que bebem tinto e só tinto, seja com que prato for. Este tinto usa uma casta que sempre amacia o lote, a Merlot, e outra que alegra qualquer vinho pelo seu carácter floral, a Touriga Nacional. Assim sendo, estou em crer que a ligação pode ser bem interessante. E é verdade que da vinha se vê Porto Covo e a ilha do Pessegueiro.</p>    </div>
</div>
<!-- /module text -->	        </div>
	    	</div>
		    </div>
	    <!-- /row_inner -->
	</div>
	<!-- /module_row -->
	</div>
<!--/themify_builder_content--><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-ver-porto-covo-ao-longe/">A ver Porto Covo ao longe</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/a-ver-porto-covo-ao-longe/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Morangos com açúcar&#8230;e vinho!</title>
		<link>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/morangos-com-acucar-e-vinho/</link>
					<comments>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/morangos-com-acucar-e-vinho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2021 12:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Martins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://theartoftastingportugal.com/?p=8666</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="2560" height="1155" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-scaled.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-scaled.jpeg 2560w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-scaled-600x271.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-300x135.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-1024x462.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-768x346.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-1536x693.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-2048x924.jpeg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-1024x462-997x450.jpeg 997w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Os morangos são frutos multifacetados e têm sido protagonistas de grandes histórias de sedução e glamour, até no cinema. Já foram, noutros tempos, fruto sazonal quando em cada época se comia apenas o que a estação do ano permitia. Por essa razão era só em Maio/Junho que se compravam os morangos. Hoje, como sabemos, eles começam a aparecer em Janeiro embora fiquem a dever muito pouco ao sabor. Descobrir zonas vocacionadas para a produção dos morangos e onde se respeita o ciclo da Natureza é tarefa e tanto. O morango está muito presente na linguagem de apreciação dos vinhos, não só pela cor mas também pelos aromas. Há tintos e rosados (como aquele que hoje sugerimos) que têm nos seus descritores aromáticos o morango, por vezes ao lado das framboesas e groselhas. Este Valle Pradinhos é produzido em Macedo de Cavaleiros e ano após ano tem-se vindo a revelar sempre uma grande escolha. A zona é especialmente vocacionada para a fruticultura e, dizem os de lá, ali tudo se produz, basta plantar. É toda uma região onde a vinha, tal como a fruta, frutifica e produz bem.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/morangos-com-acucar-e-vinho/">Morangos com açúcar&#8230;e vinho!</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="2560" height="1155" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-scaled.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-scaled.jpeg 2560w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-scaled-600x271.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-300x135.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-1024x462.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-768x346.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-1536x693.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-2048x924.jpeg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/PMeVehKQ-1024x462-997x450.jpeg 997w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p><!--themify_builder_content-->
<div id="themify_builder_content-8666" data-postid="8666" class="themify_builder_content themify_builder_content-8666 themify_builder tf_clear">
    	<!-- module_row -->
	<div  data-lazy="1" class="module_row themify_builder_row tb_3q4i612 tf_clearfix">
	    		<div class="row_inner col_align_top tf_box tf_w tf_rel">
			<div  data-lazy="1" class="module_column tb-column col-full first tb_yrfp612 tf_box">
	    	    	        <div class="tb-column-inner tf_box tf_w">
		    <!-- module text -->
<div  class="module module-text tb_g9kv85   " data-lazy="1">
        <div  class="tb_text_wrap">
    <p>Os morangos são frutos multifacetados e têm sido protagonistas de grandes histórias de sedução e glamour, até no cinema. Já foram, noutros tempos, fruto sazonal quando em cada época se comia apenas o que a estação do ano permitia. Por essa razão era só em Maio/Junho que se compravam os morangos. Hoje, como sabemos, eles começam a aparecer em Janeiro embora fiquem a dever muito pouco ao sabor. Descobrir zonas vocacionadas para a produção dos morangos e onde se respeita o ciclo da Natureza é tarefa e tanto. O morango está muito presente na linguagem de apreciação dos vinhos, não só pela cor mas também pelos aromas. Há tintos e rosados (como aquele que hoje sugerimos) que têm nos seus descritores aromáticos o morango, por vezes ao lado das framboesas e groselhas. Este Valle Pradinhos é produzido em Macedo de Cavaleiros e ano após ano tem-se vindo a revelar sempre uma grande escolha. A zona é especialmente vocacionada para a fruticultura e, dizem os de lá, ali tudo se produz, basta plantar. É toda uma região onde a vinha, tal como a fruta, frutifica e produz bem.</p>    </div>
</div>
<!-- /module text -->	        </div>
	    	</div>
		    </div>
	    <!-- /row_inner -->
	</div>
	<!-- /module_row -->
	</div>
<!--/themify_builder_content--><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/morangos-com-acucar-e-vinho/">Morangos com açúcar&#8230;e vinho!</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/morangos-com-acucar-e-vinho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As vinhas de Torres</title>
		<link>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/as-vinhas-de-torres/</link>
					<comments>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/as-vinhas-de-torres/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joao Paulo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 16:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Martins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://theartoftastingportugal.com/?p=8582</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="2400" height="1602" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA.jpeg 2400w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-600x401.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-300x200.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-1024x684.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-768x513.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-1536x1025.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-2048x1367.jpeg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-1024x684-673x450.jpeg 673w" sizes="(max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /></p>
<p>Se recuássemos umas décadas, até aos anos 70 e 80 do século passado, iríamos conhecer um ambiente vínico que entretanto desapareceu; iríamos conhecer uma das maiores adegas cooperativas do país - a de Torres Vedras - e que hoje está morta e enterrada, iríamos também provar vinhos muito, mas mesmo muito diferentes do que podemos provar hoje. À época quase não havia produtores-engarrafadores, toda a gente vendia as uvas à cooperativa. Aquela que nós hoje chamamos a região de Lisboa, chegou a ser povoada por mais de 20 adegas cooperativas. Hoje ainda existem algumas mas já sem a importância que em tempos tiveram. A região sempre produziu muito e continua a produzir. O que mudou entretanto foi o conceito de vinho - hoje a qualidade é mais importante que a quantidade - e foi assim que se mudaram as castas e os perfis dos vinhos. Foi assim que (no caso das tintas) a Castelão perdeu protagonismo, a Tinta Miúda quase se eclipsou, e a Preto Martinho perdeu-se algures. E com a saída de umas chegaram outras, quer de outras regiões do país - Alvarinho, Antão Vaz, Fernão Pires -, quer de fora, como a Viognier, Chardonnay ou Sauvignon Blanc (estas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/as-vinhas-de-torres/">As vinhas de Torres</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="2400" height="1602" src="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA.jpeg" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" loading="lazy" srcset="https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA.jpeg 2400w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-600x401.jpeg 600w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-300x200.jpeg 300w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-1024x684.jpeg 1024w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-768x513.jpeg 768w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-1536x1025.jpeg 1536w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-2048x1367.jpeg 2048w, https://theartoftastingportugal.com/wp-content/uploads/2021/11/aOoSHDRA-1024x684-673x450.jpeg 673w" sizes="(max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /></p><!--themify_builder_content-->
<div id="themify_builder_content-8582" data-postid="8582" class="themify_builder_content themify_builder_content-8582 themify_builder tf_clear">
    	<!-- module_row -->
	<div  data-lazy="1" class="module_row themify_builder_row tb_2f14357 tf_clearfix">
	    		<div class="row_inner col_align_top tf_box tf_w tf_rel">
			<div  data-lazy="1" class="module_column tb-column col-full first tb_3ret358 tf_box">
	    	    	        <div class="tb-column-inner tf_box tf_w">
		    <!-- module text -->
<div  class="module module-text tb_0ure531   " data-lazy="1">
        <div  class="tb_text_wrap">
    <p>Se recuássemos umas décadas, até aos anos 70 e 80 do século passado, iríamos conhecer um ambiente vínico que entretanto desapareceu; iríamos conhecer uma das maiores adegas cooperativas do país &#8211; a de Torres Vedras &#8211; e que hoje está morta e enterrada, iríamos também provar vinhos muito, mas mesmo muito diferentes do que podemos provar hoje. À época quase não havia produtores-engarrafadores, toda a gente vendia as uvas à cooperativa. Aquela que nós hoje chamamos a região de Lisboa, chegou a ser povoada por mais de 20 adegas cooperativas. Hoje ainda existem algumas mas já sem a importância que em tempos tiveram. A região sempre produziu muito e continua a produzir. O que mudou entretanto foi o conceito de vinho &#8211; hoje a qualidade é mais importante que a quantidade &#8211; e foi assim que se mudaram as castas e os perfis dos vinhos. Foi assim que (no caso das tintas) a Castelão perdeu protagonismo, a Tinta Miúda quase se eclipsou, e a Preto Martinho perdeu-se algures. E com a saída de umas chegaram outras, quer de outras regiões do país &#8211; Alvarinho, Antão Vaz, Fernão Pires -, quer de fora, como a Viognier, Chardonnay ou Sauvignon Blanc (estas brancas) e nas tintas o movimento foi idêntico, chegou a inevitável Touriga Nacional, a Touriga francesa e a Roriz que passaram a lidar tu cá tu lá com a Syrah, Merlot ou Pinot Noir. Não muito longe de Torres temos empresas gigantes como a Casa Santos Lima, ou a DFJ &#8211; e produtores-engarrafadores que ganharam prestígio como a Quinta do Monte d&#8217;Oiro, Chocapalha ou Quinta do Pinto, só para citar alguns. Naturalmente que sobra espaço para os pequenos e para os vinhos alternativos, como Casal Figueira ou Adega da Capucha. Para nos focarmos apenas num deles falaremos hoje da Adega Mãe, um grande projecto criado por uma empresa desde sempre ligada ao negócio do bacalhau. Aqui optou-se por um portefólio onde têm sobretudo lugar os vinhos varietais; são vinhos modernos de perfil, muito bem feitos e que dão muito prazer a beber. Das antigas vinhas de Torres a Adega Mãe não é, seguramente, tributária. A aposta na qualidade é o mais importante.</p>    </div>
</div>
<!-- /module text -->	        </div>
	    	</div>
		    </div>
	    <!-- /row_inner -->
	</div>
	<!-- /module_row -->
	</div>
<!--/themify_builder_content--><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/as-vinhas-de-torres/">As vinhas de Torres</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://theartoftastingportugal.com">The Art of Tasting Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://theartoftastingportugal.com/artigo-de-opiniao/as-vinhas-de-torres/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
